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Com a construção da maior usina solar do mundo, a Índia está dando um passo em direção à sua meta de gerar 40% de sua energia usando combustíveis não-fósseis até 2030.

A instalação, localizada no sul do estado indiano de Tamil Nadu, abrange 2.500 hectares, o que equivale ao tamanho de 60 Taj Mahals. O projeto foi financiado pelo Grupo Adani e custou US$ 679 milhões.

A facilidade pode produzir 648 megawatts de eletricidade. A segunda maior fazenda solar do mundo, na Califórnia, produz 550 megawatts.

“Temos um profundo compromisso com a construção da nação, e planejamos produzir 11.000 MW de energia solar nos próximos cinco anos, colocando a Índia no mapa global de energia renovável”, disse Guatam Adani, presidente do Grupo Adani.

Em 2022, o país espera alimentar 60 milhões de casas com os raios solares.

fonte: http://idgnow.com.br/internet/2017/01/30/maior-usina-solar-do-mundo-possui-2-5-milhoes-de-modulos-solares/

por / janeiro 27, 2017 às 4:54 pm
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Enquanto canetadas nunca antes imaginadas desfazem importantes acordos pró-preservação do meio ambiente nos Estados Unidos, é muito bom saber que em outras partes do mundo a conscientização ambiental cresce de modo consistente.

A agência Ambiente Energia, que regularmente me envia boletins sobre as atividades de geração de energias limpas e renováveis no país e no exterior, divulgou uma nota animadora sobre relatório da petroleira britânica BP. Segundo o estudo, relativo a 2015, a energia solar é a fonte que cresce mais rápido no cenário mundial.

Naquele ano, o número de painéis solares gerou um terço a mais de eletricidade do que no ano anterior. A China, quem diria, superou os Estados Unidos e a Alemanha, posicionando-se como o maior gerador de energia solar. Em dez anos, a produção de energia solar aumentou mais de 60 vezes.

No Brasil, o boletim registra que nos últimos dois anos a energia solar cresceu cerca de 70%. Os principais motivos para tal arrancada decorrem da redução de mais de 70% no preço da energia solar nos últimos dez anos em comparação com o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica em 2015.

Diante desses percentuais, a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar) prevê que a participação da energia solar na matriz energética vai passar de 0,02% em 2015 para mais de 10% em 2030.

Telhados solares
No Brasil, os telhados solares poderiam superar com folga a geração total de eletricidade, segundo a Absolar. A associação se pauta em estudo do Greenpeace sobre microgeração energética, que revela que 72% dos pesquisados de todas as classes sociais comprariam um equipamento de energia solar fotovoltaica se houvesse linhas de crédito com juros baixos.

Ainda de acordo com informação do boletim Ambiente Energia, atualmente há cerca de seis mil sistemas fotovoltaicos instalados nas residências, os quais geram cerca de 70 MW (megawatts). Essa capacidade instalada de energia é suficiente para iluminar 30 mil casas por ano, em média.

Para Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, “o Brasil deve criar até 60 mil empregos diretos e mais 100 mil indiretos com energia solar fotovoltaica até 2020, considerando-se o mercado de leilões de energia solar e o de geração distribuída, onde se insere o segmento residencial”.

Para quem não é do ramo, vamos e venhamos, tal perspectiva de geração de empregos é bastante animadora. Por si só, trata-se também de um importante sinal de alerta para a formação de técnicos para a área de geração de energias renováveis.

25 anos
Por fim, cabe registrar um estudo da Bloomberg New Energy Finance sobre o futuro das energias renováveis, igualmente divulgado pela agência Ambiente Energia. Diz o documento que dentro de 25 anos a presença das fontes eólica e solar na matriz energética nacional superará a das fontes hidrelétricas.

O estudo considera que fatores naturais são uma das principais causas para a diminuição das hidrelétricas. Atualmente, as regiões onde ainda é possível se expandir a hidroeletricidade são de difícil acesso e implicam custos maiores de transmissão. Além disso, a crise no setor energético nos últimos anos, agravada pela seca de 2014 e 2015, tornou urgente a diversificação da matriz energética.

Desse modo, de acordo com o já mencionado relatório, em duas décadas as energias renováveis ultrapassarão fontes fósseis como o carvão e o gás natural na geração de energia, proporcionando condições para que possamos viver em um novo tempo, o da geração de energia mais limpa e de menor impacto ambiental.

Até lá, o que será dos Estados Unidos da América, o país no qual o mundo ocidental sempre se espelhou e que, hoje, desafia os princípios da sustentabilidade arduamente conquistados pelos guardiões do planeta? Quem viver verá!

* Homenagem a Engel Paschoal (7/11/1945 a 31/3/2010), jornalista e escritor, criador desta coluna.

fonte: https://educacao.uol.com.br/colunas/lucila-cano/2017/01/27/a-energia-que-cresce.htm

A quantidade de sistemas de geração de energia solar instalados no Brasil cresceu mais de 300% de 2015 para 2016. Como uma das grandes empresas do setor, a SolarGrid considera importante que os consumidores tenham conhecimento de alguns fatores importantes a serem considerados no momento da compra de um sistema fotovoltaico, para que não tenhamos clientes insatisfeitos ou decepcionados no futuro, e a consequente queda deste crescimento fantástico que o setor vêm apresentando. Relacionamos abaixo 5 dicas que podem ajudar neste sentido:


1) EMPRESA COM EXPERIÊNCIA NO MERCADO

Com o mercado de energia solar cada vez mais em evidência, muitas empresas vêm surgindo oferecendo o serviço de venda e instalação das placas solares. Porém, o processo é um pouco mais complicado do que simplesmente instalar o equipamento no seu telhado. Muitos cuidados devem ser tomados, como por exemplo: avaliação da estrutura do telhado e capacidade para receber o peso dos painéis, utilização de fiação adequada, projeto validado por um engenheiro eletricista, garantias dos equipamentos, suporte no processo de homologação junto à concessionária, entre outros… Então, muita atenção. Pesquise, visite a empresa e verifique projetos executados por ela anteriormente e a satisfação de seus clientes.

2) QUALIDADE DOS EQUIPAMENTOS

A escolha dos equipamentos é um fator primordial na hora de você comprar um sistema de energia solar. Como o sistema possui um alto índice de durabilidade e eficiência, com garantia de até 25 anos sobre alguns equipamentos, é muito importante trabalhar com marcas reconhecidas e com histórico no mercado.

3) CERTIFICADO DO INMETRO

Utilize somente equipamentos certificados pelo INMETRO. Se você adquirir um produto que não possui o selo do INMETRO, o seu projeto não terá os requisitos mínimos para operação de acordo com as normas vigentes, e não será homologado pela Concessionária.

4) SEGURANÇA NA INSTALAÇÃO

A instalação de um sistema de energia solar residencial tem a duração média de até uma semana. É muito importante que o projeto passe pela validação e acompanhamento de uma equipe de engenheiros responsáveis, com emissão de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. Vale lembrar que a equipe de instalação deve, obrigatoriamente, utilizar os equipamentos de segurança individual exigidos, também conhecido como EPIs, além de possuir os certificados NR-10 (SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE )e NR-35 (trabalho em altura).

5) PÓS-VENDA

Por último, e não menos importante, peça orientações quanto aos serviços de pós-venda oferecidos pela empresa. Exija da empresa uma régua de relacionamento bem definida, com o passo-a-passo da instalação e da homologação, prazos e entregas bem definidas. O sistema fotovoltaico tem uma vida útil de muitos anos. Escolher bem o seu fornecedor é fundamental para ter a tranquilidade que você busca.

Agora que você já tem conhecimento de aspectos importantes na escolha do fornecedor do seu sistema de energia solar, visite o nosso site, conheça a SolarGrid e peça um orçamento gratuito.  
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Uma das grandes barreiras para financiamento de projetos de energia solar no Brasil é a falta de equipamentos nacionais, já que os bancos de fomento como o BNDES e o BNB tem bastante restrição para financiar projetos com equipamentos importados. De olho nisso, empresas multinacionais fabricantes de painéis fotovoltaicos já começaram a se instalar no Brasil.

A empresa canadense Canadian Solar e a chinesa BYD anunciaram recentemente que irão começar a fabricar módulos fotovoltaicos no Brasil. A fábrica da Canadian será em Sorocaba (SP) e o investimento inicial será de aproximadamente R$ 80 milhões. Segundo a empresa canadense, eles irão gerar entre 400 e 500 empregos diretos e a expectativa é que a partir de Novembro deste ano eles já comecem a vender os módulos fabricados no Brasil. Já a BYD assinou recentemente um acordo de cooperação com a Prefeitura de Campinas (SP) para a criação de 300 postos de trabalho em sua nova fábrica de painéis fotovoltaicos no município. O investimento inicial é de R$ 150 milhões, e a fábrica irá produzir inicialmente 200 MW de painéis fotovoltaicos por ano. A instalação da primeira linha de produção entrou em fase final, e a previsão é que os primeiros módulos da fábrica comecem a ser comercializados no início de 2017.

A expectativa do mercado é que em breve outros fabricantes internacionais também se instalem no Brasil e assim comecem também a produzir módulos nacionais. Isso mostra que os grandes fabricantes acreditam no potencial do Brasil  quando o assunto é energia solar, pois sem dúvida gerar energia a partir de uma fonte renovável, limpa e inteligente é o FUTURO.

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Estamos prestes a testemunhar uma das transformações mais profundas na forma em que a eletricidade é produzida no mundo. Se a Era Industrial foi construída sobre carvão, nos próximos 25 anos veremos o fim desse domínio.

Isso de acordo com o novo relatório da Bloomberg New Energy Finance. Selecionamos algumas tendências apontadas pelo estudo sobre o papel que a energia solar assumirá em 2040.

Preços em queda

De acordo com o estudo, o preço da energia solar vai continuar caindo até se tornar uma das formas mais baratas de energia em um número crescente de mercados. A energia solar irá competir com novas usinas termelétricas e até mesmo suplantar algumas usinas a carvão e gás existentes.

Veja no gráfico abaixo como será. A energia solar está apropriadamente representada em amarelo e os combustíveis fósseis em cinza.

Acréscimos na capacidade energética, em gigawatts (fonte: BNEF)
Acréscimos na capacidade energética, em gigawatts (fonte: BNEF)

Trilhões Solares

Até 2040 serão investidos 8 trilhões de dólares em energias renováveis, dos quais 3,7 trilhões só em energia solar. Desse valor, 2,2 trilhões serão investidos especificamente na geração de energia solar residencial.

A Revolução Solar Será Descentralizada

A maior revolução vai acontecer nos telhados das residências. Com os altos preços da eletricidade e baterias residenciais de armazenamento mais baratas, a geração solar local ficará ainda mais atrativa. Lá por 2040, os telhados solares serão mais baratos que a eletricidade da rede elétrica em todas as grandes economias, e quase 13% da eletricidade mundial será gerada pelos sistemas fotovoltaicos distribuídos, integrados em edifícios e residências.

 

Telhados com energia solar em amarelo. As energias renováveis representam cerca de dois terços do investimento ao longo dos próximos 25 anos.
Telhados com energia solar em amarelo claro.

 

Infelizmente o investimento em energias renováveis e o aumento da eficiência energética não serão suficientes para evitar que a superfície da Terra se aqueça mais de 2 graus Celsius, considerado o ponto de não-retorno para algumas das piores consequências da mudança climática.

Isso porque ainda haverá um legado de usinas de combustível fóssil e investimento suficiente em nova capacidade de queima de carvão natural nos países em desenvolvimento. Em 2040, as emissões ainda estarão 13% acima dos níveis de 2014, a menos que uma ação política radical de redução de emissões seja tomada.

Fontes: Bloomberg e Exame

 

Na comunicação online, emissores e receptores estão em igualdade de condições. No campo da energia, a Geração Distribuída também é assim: consumidores não dependem mais de grandes fontes e produzem sua própria energia.  

Paul Baran, On Distributed Communications Networks, 1962
Paul Baran, On Distributed Communications Networks, 1962

 

A estrutura energética brasileira é a mesma há 50 anos. No sistema existente, de geração centralizada e de mão única, utilizamos grandes hidrelétricas e termelétricas, que produzem energia distante de onde será consumida. As primeiras dependem da chuva e geram impactos ambientais, como desmatamento , decorrentes da construção de reservatórios e de longas linhas de transmissão. As segundas são muito caras e extremamente poluidoras.

Madeira de desmatamento para a construção da usina de Belo Monte (Lalo de Almeida / Folhapress)
Madeira de desmatamento para a construção da usina de Belo Monte (Lalo de Almeida / Folhapress)
Campanha na China projeta imagem de crianças chorando na fumaça de termelétricas (Xiao Zhu)
Campanha na China projeta imagem de crianças chorando na fumaça de termelétricas (Xiao Zhu)

 

Mas o sistema energético vem aos poucos se tornando uma via de mão dupla: o produtor consome, e o consumidor produz, numa alternativa à geração centralizada das grandes fontes. Isso já aconteceu, por exemplo, com a informação. Passamos de uma produção centralizada e top-down para um mundo em que cada vez mais cidadãos têm a oportunidade de criar, compartilhar e vender informações.

Podemos fazer uma analogia com a disseminação dos microcomputadores perante os grandes computadores centrais (“main frames”). Os computadores pessoais e a Internet possibilitaram um sistema interconectado que mudou a relação das pessoas entre si e destas com as informações disponibilizadas nesse sistema. O modelo “Um para Todos” da Comunicação de Massa, onde um centro emissor envia suas mensagens a um grande número de receptores passivos e dispersos, passa a coexistir com o modelo “Todos para Todos”, onde o receptor também é emissor.

Hoje vivemos essa mesma onda quando falamos de energia. Vivemos numa sociedade em rede, e é natural que todos os sistemas, inclusive o energético, estejam conectados e sejam complementares. Essa tendência é inexorável, e responde pelo nome de Geração Distribuída. Ela permite que o consumidor, residencial ou comercial, produza sua própria energia no local onde será consumida, operando em conjunto com as redes elétricas públicas.  Em outras palavras, a energia agora também pode ser produzida, vendida e distribuída por todos.

Prosumers

O termo Prosumer ilustra bem isso. Formado pelas palavras producer (produtor) + consumer (consumidor), apareceu pela primeira vez em 1980 no livro “The ThirdWave”, de Alvin Toffler. Ele se referia às transformações ocorridas na sociedade trazidas pela “Era da Informação” (a “primeira onda” teria sido a revolução agrícola e a “segunda onda”, a revolução industrial).

Segundo Tofler, hoje vivenciamos a “quarta onda”, relacionada à sustentabilidade e ao meio ambiente. Novas demandas sociais, históricas e culturais determinam as mudanças na relação das pessoas com o mundo. Assim, podemos sentir cada vez mais essa mudança na relação entre a forma como produzimos e consumimos energia.

Pensando nisso, a SolarGrid quer liderar esse processo no Brasil. Num mundo em que não se vive sem energia, não existe nada mais poderoso do que você produzir sua própria energia usando, por exemplo, uma fonte inesgotável e abundante como o sol. A energia solar residencial vai mudar o padrão que domina nosso sistema elétrico. Venha fazer parte da revolução da Geração Distribuída conosco!

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Quebrando recordes anteriores, o mercado de energia solar residencial nos Estados Unidos cresceu 76% em relação ao primeiro trimestre de 2014, de acordo com relatório da U.S. Solar Market Insight divulgado hoje (11).

Mesmo que o Nordeste dos EUA tenha vivido um de seus piores invernos já registrados, isso não impediu que o mercado de energia solar residencial tivesse seu melhor primeiro trimestre de todos os tempos, época que tende a ser o momento mais fraco do ano para o mercado de energia solar, devido a considerações de tempo, contábeis e fiscais.

Esses dados confirmam uma tendência mais ampla para o envolvimento do cliente no uso, geração e gestão de energia. O setor residencial será o principal motor de crescimento do mercado não só solar, mas de uma estrutura global de geração de eletricidade. De acordo com o relatório, são esperados mais de 3 milhões de novas instalações solares residenciais ao longo dos próximos cinco anos.

A energia solar continua a ser a fonte de energia renovável com crescimento mais rápido nos Estados Unidos. Em 2016, terá gerado energia solar limpa para alimentar 8 milhões de casas. Isso significa que irá compensar 45 milhões de toneladas métricas de emissões de carbono – o equivalente a retirar 10 milhões de carros de suas estradas e rodovias.

Alguns pontos do relatório:

      • • Os EUA instalaram 1,306 megawatts de energia solar fotovoltaica no primeiro trimestre de 2015, marcando o sexto trimestre consecutivo em que os EUA acrescentam mais de 1 gigawatt de instalações fotovoltaicas.

• Coletivamente, mais de 51% de toda a nova capacidade de geração elétrica nos EUA vieram da energia solar no primeiro trimestre de 2015.

    • • 66.440 sistemas solares individuais se conectaram a rede neste período, elevando o total para cerca de 700.000 em todo o país.
  • • Instalações fotovoltaicas estão previstas para chegar a produzir 7,9 gigawatts em 2015, um aumento de 27% sobre 2014. O crescimento ocorrerá em todos os segmentos, mas será mais rápida no mercado residencial.

Fonte: Greentechmedia

por / junho 11, 2015 às 8:25 pm
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A energia solar está cada vez mais atrativa do ponto de vista financeiro. Duas notícias divulgadas esta semana confirmam essa tendência.

Segundo reportagem publicada no Globo na segunda-feira (8), para atrair investidores para a realização de oito leilões para ampliação da oferta de geração e transmissão de energia elétrica, o governo vem aumentando o preço máximo das tarifas que podem ser cobradas pelos empreendedores pelos seus serviços. Na disputa, vence quem oferecer o menor valor a partir da tarifa-teto fixada pelo governo. Como resultado, o preço médio das tarifas de geração, que vem aumentando desde 2012, tende a subir ainda mais.

Além disso, com o anúncio das novas regras para a renovação das concessões das distribuidoras de energia, serão necessários investimentos na rede, em novas linhas e em melhoria das instalações. O Ministério das Minas e Energia havia declarado que esses investimentos não teriam impacto na conta de luz. Mas a Aneel, encarregada de regulamentar o processo de concessão, declarou na terça-feira (9) que será o consumidor que vai pagar pela melhoria da qualidade dos serviços. O repasse será feito no momento do reajuste anual das tarifas.

Hoje o payback de um sistema fotovoltaico varia entre 6-9 anos, de acordo com a região e com o local que o sistema será instalado. Com os aumentos esperados da tarifa energética nos próximos anos, a previsão é que o payback do investimento do sistema cairá ainda mais, podendo chegar a 4 ou 5 anos.

Fonte: O Globo e Folha

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Todo mundo sabe que o clima está mudando no planeta. Mas quais são as causas dessas mudanças climáticas? E qual é a nossa participação nesse processo? Uma pesquisa inédita ouviu brasileiros, por todo o país, atrás de respostas. O resultado o Fantástico mostrou em primeira mão.

A vida na metrópole é afetada pelo que acontece no fundão da floresta, a milhares de quilômetros?

“Conforme vamos desmatando, a umidade vai caindo porque o que consegue concentrar a umidade são as árvores. Com o desmatamento delas, não temos a subida de vapor que faz com que carregue as nuvens e se transforme em chuva”, explica a estudante Thayline Marim.

Como a maioria dos brasileiros, Thayline vê relação direta entre o desmatamento e a falta de água para beber e gerar energia.

“Precisamos das florestas e do fornecimento de água para a nossa segurança energética e temos um potencial de energias renováveis no Brasil que é muito pouco explorado”, diz Carlos Rittl, presidente do Observatório do Clima.

A imensa maioria dos brasileiros, segundo a pesquisa, acredita que o Brasil já está sendo afetado por mudanças climáticas, e aponta o desmatamento como principal causa.

“A gente já chegou a 90% das emissões brasileiras serem do desmatamento até o fim dos anos 1990. Hoje já caiu, mas ainda é 50%, 55%, até 60% dependendo do ano”, diz Marcos Freitas, Coppe-UFRJ.

Reduzir o desmatamento é apontado pelos entrevistados como bom para o clima e bom para a economia. Outras causas das mudanças climáticas, na visão dos brasileiros, são a queima de petróleo e carvão mineral, atividades industriais e o lixo doméstico.

“Dez por cento da minha vida é dentro dos transportes públicos”, constata Thayline.

Thayline passa três horas por dia no trânsito. Melhorar o transporte público é apontado como solução. Automóveis emitem oito vezes mais gases de efeito estufa por passageiro, do que o ônibus e 36 vezes mais do que o metrô. E 84% dos entrevistados acham que o governo faz menos do que deveria, ou não faz nada, para lidar com as mudanças climáticas. E a maior parte acredita que o Brasil deveria assumir liderança internacional nas discussões sobre o clima.

O Datafolha também perguntou sobre microgeração de energia solar. É quando o próprio consumidor instala placas de captação solar em casa ou na empresa. Sete em cada dez brasileiros já ouviram falar do sistema. E quatro em cada dez têm muito interesse em instalar em casa. A Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, estima que até 2024 os telhados estarão produzindo mais energia do que as usinas nucleares de Angra 1 e 2, juntas.

O engenheiro alemão já havia instalado um sistema de aquecimento de água de baixo custo.

“Objetivo é não gastar mais dinheiro com água quente já que o sol fornece o calor que a gente precisa pra tomar banho”, diz o engenheiro Hans Rauschmayer.

A água que cai no telhado é recolhida e bem aproveitada.

“As descargas dos banheiros, por exemplo, funcionam todas com água da chuva”, diz a professora Ana Portilho.

O maior investimento foi na geração de energia solar, compartilhada com a rede pública. Funciona assim: os painéis transformam a energia do sol em eletricidade. Boa parte é consumida dentro de casa. O que sobra, vai para a linha que passa no poste da rua. Um relógio conta o que sai. Sem sol, o ritmo é invertido, e a casa pega luz da rua. O relógio, então, marca a entrada. Na conta de luz vem o resultado: ou são descontados os quilowatts gerados, ou, se gerou mais do que gastou, fica com crédito.

“A última conta foi de R$ 80, e sem energia solar seria R$ 190, então uma economia bem interessante”, aponta Hans.

Em outros estados, que já isentaram o ICMS da energia gerada em casa, a vantagem é maior. Hans calcula que quem instala o sistema hoje paga o investimento em seis anos.

“Energia solar tem vida útil de 25 anos, então você paga em seis e ganha 25”, explica o engenheiro.

E se todos os telhados gerassem energia?

“A gente conseguiria, com o sol que incide nos telhados, gerar o dobro da energia que é consumida nas residências e gerar até seis milhões de empregos”, diz Ricardo Baitelo, coordenador de Clima e Energia do Greenpeace.

Juazeiro da Bahia.

“Eu fui funcionária no começo, na montagem, e hoje eu sou uma microempreendedora, dona do meu próprio negócio”, diz a empresária Lucineide Maria da Silva.

Neide cuida da manutenção de quase dez mil painéis solares que cobrem dois conjuntos do Minha Casa, Minha Vida. O investimento foi da Caixa Econômica Federal, e os condomínios são os donos. Vendem a energia, separam 30% para manutenção, 10% para investir em melhorias, como um centro comunitário. O resto é distribuído entre os moradores, que viviam praticamente só do Bolsa Família.

“A Bolsa Família a gente tira cento e poucos reais, da energia solar tira R$ 120, R$ 80, dependendo da geração. A gente está bem atendido, dá pra pagar a nossa casa própria, pagar o botijão de gás, e ainda investir em alguma coisinha que quiser da alimentação da família. Então a gente só pode estar feliz”, diz Gilsa Martins de Oliveira, síndica de um dos condomínios.

Como não estar feliz? Neide tinha dificuldade até para alimentar os quatro filhos. “Tinha vez que eu vinha pra casa da síndica pra pedir algo pra dar pra eles se alimentarem”, conta Neide.

Agora, a empreendedora tira mais de R$ 1 mil por mês: “subi no telhado, tô subindo na vida, estou decolando igual avião”, comemora Neide.

Fonte: Fantástico

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A fabricante de carros elétricos Tesla anunciou sua entrada no mercado de energia, apresentando uma linha de baterias de baixo custo para casas e empresas, que a empresa diz ser a “peça que faltava” na transição para um mundo sustentável energeticamente.

As baterias, que irão custar 3 500 dólares (10 mil reais) nos Estados Unidos, foram lançadas na noite de quinta-feira (30), em uma fábrica da Tesla na Califórnia, por seu fundador e presidente Elon Musk, que classificou a tecnologia como “uma transformação fundamental em como a energia é distribuída pelo planeta.”

Instaladas na parede, com design moderno, as baterias de íon-lítio são desenvolvidas para capturar e armazenar até 10 kWh de energia gerada por painéis solares ou turbinas eólicas. As reservas podem ser utilizadas quando a luz do sol está fraca, durante apagões, ou em horários de pico, quando os custos da eletricidade são mais altos.

A menor Powerwall, como a bateria foi batizada, tem 130 x 68 cm, pequena o suficiente para ser pendurada em uma garagem ou uma parede externa. Até oito baterias podem ser empilhadas em uma casa, afirmou Musk.

As baterias serão inicialmente fabricadas na fábrica da Tesla na Califórnia, mas a produção será transferida para a “gigafábrica” da empresa em Nevada, a partir de 2017.

A fábrica de Nevada será a maior produtora de baterias íon-lítio do mundo, e quer usar a produção em larga escala do aparelho para diminuir os custos de comercialização.

Musk também apresentou a Powerpack, uma bateria de 100 kWh que irá auxiliar fabricas ou grandes armazéns a gerenciar energia solar e eólica ou enviar energia para a rede durante horários de pico.

Segundo o presidente da Tesla, cerca de dois bilhões de Powerpacks poderiam armazenar eletricidade suficiente para atender todas as pessoas do planeta. “Pode parecer um número maluco, mas isso está dentro das condições da humanidade fazer”, afirmou.

A Tesla já abriu as vendas das baterias, cujas primeiras unidades devem ser entregues em agosto.

Fonte: Info Abril

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A PSR, consultoria mais reconhecida do mercado de energia, alerta para outro possível aumento de 33% na tarifa elétrica para pagar os erros do governo no setor. O “tarifaço” médio de 40% aplicado até agora pode ser insuficiente. O levantamento, destacado pelo “Valor Econômico”, aponta um passivo de R$ 64 bi que ainda não foi reconhecido pela Aneel. É provável que o rombo demore anos para ser pago.

Se o custo for todo repassado para as contas de luz em 2015, o aumento será de 33%, estima a PSR. Uma outra possibilidade é o Tesouro bancar o rombo. Mas a equipe econômica já interrompeu os repasses à Conta de Desenvolvimento Energético, que é usada para equilibrar o setor.

Os empresários do setor elogiam o esforço recente do governo para acabar com o subsídio à conta de luz. A tarifa está mais realista, mas não o suficiente. No primeiro mandato, o custo da energia havia subido sem que o governo permitisse o reajuste da conta. Isso criou um buraco que foi pago lá atrás pelo contribuinte e agora está sendo coberto pelo consumidor residencial.

Não se sabe quando esse novo passivo vai chegar, mas o destino da conta é certo: o endereço dos consumidores.

Na origem do buraco de R$ 64 bi está a polêmica MP 579, novamente. A medida, de 2012, forçou a redução da tarifa e criou um trunfo eleitoral. Na prática, ela desequilibrou o setor e provocou parte do “tarifaço” que está penalizando o consumidor. A conta não para de subir.

A medida previa indenizações às empresas do setor elétrico. Até o momento, apenas as distribuidoras foram compensadas. Faltam as geradoras e transmissoras.

Os custos vão se acumulando. Novas indenizações deverão ser pagas às empresas que têm concessões vencendo. A bandeira tarifária, aquela taxa adicional pelo uso de usinas térmicas, não tem sido suficiente para pagar o custo maior da energia. A dívida da Eletrobrás com a Petrobras, pelo fornecimento de gás para térmicas, também está na conta.

O buraco é tão grande que os especialistas da PSR acreditam que o consumidor vai continuar pagando pelos erros do governo com aumentos na energia pelos próximos anos.

Para o professor Luiz Roberto Cunha, da PUC-Rio, ao longo dos próximos meses a energia deve subir menos. Isso dará um refresco na inflação mensal, ainda que em 12 meses o IPCA continue alto.

Fonte: O Globo 

Greenpeace

Em anúncio pago no jornal a Folha de S.Paulo, o Greenpeace desafiou nesta quarta-feira (22) a presidente Dilma Rousseff a instalar painéis solares no telhado do Palácio do Planalto, em Brasília (DF). A organização ambientalista pretende levar as placas até a sede do governo na manhã desta quinta-feira (23).

“Dilma, a energia solar quer tanto estar no Palácio do Planalto que vai até de graça. E chega amanhã”, diz o texto do material publicitário. “O Greenpeace oferece a instalação gratuita de painéis solares no Palácio do Planalto  (…) No entanto, o governo federal precisa mostrar que apoia as energias renováveis.”

Segundo o Greenpeace, o objetivo da ação é mostrar “que a energia solar é a fonte ideal para superarmos a crise energética atual e garantir um futuro limpo para o Brasil”.

Os ambientalistas esperam ser recebidos pela presidente ou por parlamentares para discutirem o assunto.

A ONG disse ainda que não houve estudo de caso sobre a viabilidade do uso das placas no Palácio, mas já foi comprovado que o uso delas é viável na região.

“Apesar de o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] ser competência dos Estados e do Ministério da Fazenda, sabemos que, se houvesse indicativo positivo de que o governo federal quer promover a energia solar no Brasil e de que a questão do tributo precisa ser resolvida, a pauta com certeza teria mais atenção e seria solucionada rapidamente”, disse, em nota, Bárbara Rubim, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.

No começo do mês, o Greenpeace fez um protesto em frente à sede do Ministério da Fazenda na tentativa de debater com o ministro Joaquim Levy incentivos para a energia solar. Ele preside o Conselho Nacional de Política Fazendária (ConFaz), composto pelos secretários da Fazenda de todos os Estados e do Distrito Federal, responsável pela regulamentação do ICMS sobre a eletricidade.

Segundo o Greenpeace, o Brasil tem um dos maiores potenciais para energia solar no mundo. A região Sul é o pior local para geração solar no país e, mesmo assim, tem melhor incidência de sol do que o local mais adequado na Alemanha, que conta com 10 milhões de telhados com painéis solares. No Brasil, há 365 sistemas de micro e minigeração de energia, sendo a maioria solar.

Fonte: UOL

 

Solar Project Morocco

Durante a reunião da União Europeia de Geociências, que decorreu ontem, dia 17 de abril em Viena, foi apresentada uma proposta de aproveitamento dos desertos para gerar energia solar. Um dos problemas da energia fotovoltaica relaciona-se com a falta de espaço, pois estes campos de energia renovável necessitam de vastas áreas de terreno. Assim, foi proposta a implementação de parques de plantas de energia solar (CSP, energia solar térmica por concentração) em desertos.

Os raios solares concentram-se nas plantas de CSP mediante a utilização de espelhos e de um recetor central, que percorrem todo o comprimento dos espelhos, e que contêm um óleo térmico, podendo assim atingir elevadas temperaturas. Este calor utiliza-se para gerar vapor. Este vapor, por sua vez, irá acionar as turbinas que irão produzir eletricidade. A grande vantagem na utilização das plantas CSP, quando em comparação com as centrais fotovoltaicas, centra-se no fato de que estas plantas permitem armazenar energia, podendo gerar eletricidade de noite.

Os desertos foram assim escolhidos, pois são zonas muito interessantes de estudo. São vastas, logo não competem pelo espaço utilizado para as atividades antropogénicas, como é exemplo a agricultura. Para além deste fator de extensão topográfica, as áreas desérticas possuem uma taxa elevada de radiação solar, reunindo-se, assim, as condições necessárias para a implementação de parques de plantas CSP. A utilização destas plantas poderá fornecer eletricidade a um preço razoável para grandes cidades, mesmo que estas cidades fiquem a milhares de kms de distância das zonas desérticas.

Efe Mercè Labordena, investigadora da Escola Politécnica Federal de Zurique, participa em variados estudos estatísticos, e afirmou que uma grande parte da população vive a 3000 Kms de distância dos desertos. A mesma participa em vários estudos sobre a potencialidade dos desertos na produção de eletricidade para dois dos grandes países que emitem os valores mais elevados de gases de efeito de estufa (GEE), contribuindo assim para as mudanças climáticas. Estes países são a China e os EUA, que em conjunto contribuem para cerca de 40% dos GEE gerados.

Estes estudos tentam demonstrar que é possível produzir eletricidade confiável, a um preço mais reduzido que o atual e de forma mais benéfica para o ambiente. Assim, a economia não será um problema. Neste caso, o principal problema pode relacionar-se com a acumulação de pó nos espelhos, pois a eficiência do sistema irá diminuir se a acumulação de pó não for removida. Como se trata de um deserto, pode-se ter vários problemas com a escassez de água.

Fonte: Blasting News

por / abril 16, 2015 às 12:29 pm
earth

A Agência Internacional de Energia (sigla IEA em inglês) publicou um relatório recentemente sobre o mercado mundial de energia solar em 2014.

Alguns destaques do relatório:

– Foram instalados 38,7 Gigawatts de potência no ano de 2014. A China foi a líder em instalação, seguida pelo Japão e depois pelos Estados Unidos. A Alemanha, que durante muitos anos foi a líder em novas instalações, em 2014 foi apenas a quinta colocada. Isso porque o governo Alemão diminuiu substancialmente os incentivos à energia solar nos últimos anos.

potencia_instalada_2014

– No acumulado, existem hoje 177 Gigawatts de potência instalada no mundo inteiro. Esse valor é 10 vezes maior do que a potência acumulada em 2008. Isso representa um crescimento de aproximadamente 47% ao ano.

– Em 19 países, a energia solar já é responsável por pelo menos 1% da oferta de energia elétrica, com destaque para a Itália, Grécia e Alemanha.

solarpercent

No Brasil, até Dezembro de 2014 havia apenas 15 Megawatts de potência instalada em projetos de energia solar. Para se ter uma idéia de como esse valor é pequeno, em apenas 1 dia os Estados Unidos instalam mais do que o Brasil instalou em toda sua história. É inadmissível que um país como o Brasil, cujo potencial solar é enorme – o pior lugar do Brasil em termos de radiação solar é superior ao melhor lugar da Alemanha – não aproveite ao máximo essa fonte limpa e inesgotável de energia.

Solicite um orçamento grátis para sua residência ou empresa e ajude o Brasil a se tornar uma potência solar.

Bicicleta Solar

Que tal andar em uma bicicleta elétrica sem se preocupar em recarregar? A Solar Bike retira energia do Sol para manter autonomia durante a pedalada.

A bicicleta possui células de energia solar nas rodas. A bike é reabastecida quando está parada e armazena energia em uma bateria interna. Criada na Dinamarca por Jesper Frausig, a bike demorou cerca de três anos para ser desenvolvida.

O motor chega a 30mph de velocidade máxima e cerca de 70 km quando totalmente carregada. Ainda não há previsão de chegada ao mercado. Empolgado com a invenção?

Fonte: MundoBit